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Olá Santa Catarina

Joinville amplia conexão internacional com parceria para atrair empresas e investimentos a Santa Catarina

Joinville amplia conexão internacional com parceria para atrair empresas e investimentos a Santa Catarina

O Ágora Tech Park, em Joinville, e a Invest SC, agência de promoção de investimentos do Governo de Santa Catarina, firmaram uma parceria para ampliar a atração de empresas, investimentos e projetos internacionais para o Estado. O acordo foi assinado no dia 18 de setembro. O termo de cooperação prevê atuação conjunta em internacionalização, inovação e desenvolvimento tecnológico, conectando empresas catarinenses a investidores, universidades, centros de pesquisa e organizações de outros países. Um dos principais focos será fortalecer o Ágora.Global, programa criado para aproximar o ecossistema catarinense de oportunidades internacionais. A iniciativa também oferecerá suporte de soft landing, auxiliando empresas estrangeiras interessadas em chegar ao Brasil desde os primeiros contatos até a instalação e expansão das operações. A partir de Joinville, a estrutura pretende funcionar como uma porta de entrada para novos negócios em Santa Catarina. Também estão previstas missões internacionais, validação de tecnologias e acompanhamento dos projetos depois da instalação no Estado. O Ágora já mantém conexão na Europa, com base na Suíça, e agora passa a contar também com representação nos Estados Unidos e na China. A parceria ganha relevância diante do tamanho do setor tecnológico catarinense. Segundo a Invest SC, Santa Catarina possui mais de 18 mil empresas de tecnologia e ecossistemas consolidados em cidades como Joinville, Florianópolis, Blumenau, Chapecó e Criciúma. Participaram da assinatura representantes da Invest SC, Instituto Ágora, ACIJ, Prefeitura de Joinville e Perini Business Park.

Família tenta manter Caldo de Cana da Catedral após pedido para desocupar espaço em Joinville

Família tenta manter Caldo de Cana da Catedral após pedido para desocupar espaço em Joinville

Um dos pontos mais tradicionais do Centro de Joinville pode estar perto de mudar de endereço. O Caldo de Cana Catedral, instalado ao lado da Catedral São Francisco Xavier há mais de cinco décadas, recebeu um pedido para desocupar o espaço. Segundo a família responsável pelo estabelecimento, a Arquidiocese de Joinville comunicou o encerramento da locação e estabeleceu prazo de 30 dias para a entrega do imóvel. Michele Nunes, que atualmente administra o negócio com a mãe, afirmou que o caso foi encaminhado ao jurídico e que a família busca alternativas para permanecer no local. O negócio atravessou gerações e se tornou parte da rotina de quem circula pela Rua do Príncipe. O pai de Michele adquiriu o estabelecimento há cerca de 30 anos, e ela assumiu a administração após a morte dele, em 2021. A tradição é tamanha que o próprio material turístico de Joinville inclui comprar caldo de cana e pastel na região central entre as experiências da cidade. Em nota, a Arquidiocese de Joinville afirmou que a relação com o estabelecimento é privada e regida por contrato de locação, que prevê as condições para encerramento e retomada do imóvel. A instituição informou que a área será utilizada na continuidade dos trabalhos de revitalização da Catedral. Para a família, porém, deixar o endereço significa romper uma história construída durante décadas. Michele afirmou que pretende buscar juridicamente mais prazo e alternativas para manter o negócio.

Casas Bahia deve mais de R$ 300 milhões à Britânia, dona da Philco, que opera fábrica em Joinville

Casas Bahia deve mais de R$ 300 milhões à Britânia, dona da Philco, que opera fábrica em Joinville

A Britânia, dona da Philco e uma das principais fabricantes de eletrodomésticos do Brasil, está entre os credores das Casas Bahia, que entrou em recuperação judicial. A empresa tem R$ 354,7 milhões a receber da varejista. O caso chama atenção em Santa Catarina porque a Britânia mantém em Joinville uma de suas principais operações. A cidade concentra uma planta industrial, um centro de distribuição e um armazém geral da companhia. Segundo informações divulgadas pela empresa, mais de 4 mil dos cerca de 10 mil funcionários da Britânia no Brasil trabalham em Joinville. A unidade catarinense produz itens como ventiladores, liquidificadores, batedeiras, fornos e outros eletrodomésticos. A empresa também possui operações em Curitiba, onde fica sua sede administrativa, e em Linhares, no Espírito Santo. Dívida bilionária A Casas Bahia acumula cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas. O Banco Digio, do grupo Bradesco, aparece como principal credor, com aproximadamente R$ 3,28 bilhões a receber. A Britânia ocupa a 18ª posição na lista de credores, que também reúne grandes fabricantes de eletrodomésticos. A Whirlpool, que também possui uma importante fábrica em Joinville, aparece com uma dívida de cerca de R$ 800,9 milhões. A recuperação judicial ocorre em meio a dificuldades financeiras enfrentadas pela varejista. A empresa atribui o cenário, entre outros fatores, aos juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros e pressão sobre o consumo. Segundo a Casas Bahia, o processo busca reorganizar as dívidas e preservar as operações da companhia. A empresa afirma que pretende manter suas atividades e o atendimento aos clientes durante a recuperação judicial. All Posts Cidades Negócios Notícias   Back Balneário Piçarras Jaraguá do Sul Itapoá Joinville Casas Bahia deve mais de R$ 300 milhões à Britânia, dona da Philco, que opera fábrica em Joinville 7 de setembro de 2026/No Comments A Britânia, dona da Philco e uma das principais fabricantes de eletrodomésticos do Brasil, está entre os credores das Casas… Read More Mãe sonhava com gêmeos e filhos de Joinville acabaram formando uma banda 7 de setembro de 2026/No Comments Uma história de família que começou há décadas em Joinville voltou a chamar atenção nas redes sociais. A Banda G4… Read More Itapoá terá novo terminal portuário com investimento de R$ 3 bilhões 7 de setembro de 2026/No Comments Santa Catarina terá um novo terminal portuário privado em Itapoá, no Norte do Estado. O empreendimento da Coamo Agroindustrial Cooperativa… Read More Load More End of Content.

Itapoá terá novo terminal portuário com investimento de R$ 3 bilhões

Itapoá terá novo terminal portuário com investimento de R$ 3 bilhões

Santa Catarina terá um novo terminal portuário privado em Itapoá, no Norte do Estado. O empreendimento da Coamo Agroindustrial Cooperativa receberá cerca de R$ 3 bilhões em investimentos e tem previsão de iniciar as obras no segundo semestre de 2027. O Terminal de Uso Privado (TUP) será construído em uma área de 42 hectares, próxima ao Porto Itapoá. A previsão é que a estrutura comece a operar em 2030, após a obtenção da licença ambiental prévia junto ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Quando estiver em funcionamento, o terminal terá capacidade para movimentar 10,9 milhões de toneladas por ano. Desse volume, cerca de 7 milhões de toneladas devem corresponder à exportação de grãos. A primeira etapa do projeto prevê estruturas em terra e no mar, sistemas de automação e energia, drenagem, combate a incêndio, áreas de apoio, armazéns e equipamentos para movimentação de fertilizantes, combustíveis e GLP. A estrutura também contará com uma área dedicada ao recebimento e armazenamento de grãos. O projeto prevê moegas para receber as cargas e, em uma segunda fase, a construção de um novo armazém com capacidade para 220 mil toneladas. O acesso ao terminal será feito pela BR-101 e pelas rodovias SC-416 e SC-417, além da estrada municipal José Alves. O novo empreendimento fará parte do complexo portuário da Baía da Babitonga e deve ampliar a capacidade de movimentação de cargas e exportações de Santa Catarina.

Havan e outras sete empresas de SC estão entre gigantes do varejo nacional

Havan e outras sete empresas de SC estão entre gigantes do varejo nacional

Oito empresas de Santa Catarina aparecem entre as 100 maiores varejistas do Brasil em vendas. O levantamento, elaborado pelo Instituto Retail Think Tank Brasil com base nos resultados de 2025, mostra o avanço de diferentes grupos catarinenses no mercado nacional. A Havan ocupa a melhor posição entre as empresas do Estado. A rede registrou R$ 18,3 bilhões em vendas no ano passado, crescimento de 16% em relação a 2024, e subiu da 17ª para a 14ª posição nacional. Na sequência aparece o Grupo Pereira, dono do Fort Atacadista e do Comper, com R$ 17,5 bilhões em vendas. A companhia avançou da 18ª para a 16ª colocação. O Grupo Koch, também do setor supermercadista, alcançou R$ 12,9 bilhões e passou da 23ª para a 21ª posição. Outras redes catarinenses também avançaram. O Giassi registrou R$ 4,5 bilhões e subiu da 60ª para a 55ª posição. O Angeloni, com R$ 3,9 bilhões, passou do 66º para o 65º lugar. A Passarela teve vendas de R$ 3,03 bilhões e avançou sete posições, chegando ao 82º lugar. Já a Mundial Mix, responsável pelas bandeiras Imperatriz e Brasil Atacadista, registrou R$ 3,02 bilhões e ficou na 84ª colocação. Entre as 100 maiores também está a Clamed, de Joinville, responsável pelas redes Drogaria Catarinense e Preço Popular. A empresa vendeu R$ 3,6 bilhões em 2025 e subiu uma posição, chegando ao 68º lugar. Além dessas, outras nove empresas catarinenses aparecem entre as 300 maiores varejistas do país, entre elas Portobello Shop, Lojas Koerich, Studio Z, Rede Top, Cassol, Superviza, Supermercados Archer, Grupo AMC Têxtil e Berlanda. No topo do ranking está o Grupo Carrefour, com R$ 123,6 bilhões em vendas em 2025. Assaí e RD Saúde completam as três primeiras posições.